Não importa a experiência vivenciada; o que verdadeiramente importa é o sentimento que você nutre em relação a ela.
Toda experiência observada a partir dos olhos do ego tende ao sofrimento. Já aquela contemplada pelos olhos da consciência conduz, inevitavelmente, à gratidão.
O processo de cura reside exatamente nisso: transformar inconsciência em consciência, sofrimento em compreensão, dor em aprendizado.
Todas as pessoas e situações que funcionam como gatilhos para as suas sombras — trazendo à tona conteúdos inconscientes — são, na verdade, seus grandes mestres. É somente por meio da observação dessas sombras e da compreensão das origens das ilusões que a verdadeira transformação pode acontecer.
A partir dessa clareza, toda revolta, indignação ou não aceitação é naturalmente transmutada em gratidão.
Nada está separado de Deus. Nada existe fora Dele. Tudo é Deus.
O primeiro passo para vivenciar a unificação é compreender a lógica do Todo e aceitar que só existe o Um. A partir dessa consciência, sua prioridade passa a ser identificar o que, dentro de você, ainda está preso à ilusão da separação — as crenças limitantes que o impedem de ser quem você realmente É.
Você só pode ajudar o outro quando está bem.
Só pode despertar a luz no próximo quem já permite que a própria luz brilhe.
Se você não está transbordando alegria, presença e consciência, a melhor ajuda que pode oferecer é cuidar de si.
O autocuidado é um ato de responsabilidade espiritual.
Você se ajuda à medida que avança no autoconhecimento e acessa a felicidade que nasce da consciência sobre as origens das próprias tristezas.
Um dos segredos mais zelosamente guardados da humanidade é que temos o poder de criar a nossa própria realidade.
O problema é que muitos o fazem de forma inconsciente.
Ao longo dos séculos, aqueles que compreenderam esse mecanismo souberam que o controle das percepções é essencial, pois criamos conforme percebemos.
Quando somos mantidos em estados de medo, confusão, estresse e caos, perpetuamos essas frequências, manifestando realidades correspondentes.
Frequência e vibração moldam a matéria.
Assim, nossos estados emocionais e mentais — individuais e coletivos — participam ativamente da construção do mundo que habitamos.
Título editorial: Elaine Pita
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